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Torres da Argon


Empresa que vencer certame deverá vender apartamentos por meio do ‘Minha Casa, Minha Vida’


A Prefeitura de São José dos Campos vai vender para a iniciativa privada duas das quatro torres inacabadas da falida construtora Argon na orla do Banhado, região central da cidade.
Os 256 apartamentos de 47,8 metros quadrados --cada torre tem 128 unidades habitacionais-- deverão ser comercializados por meio do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, com financiamento da Caixa Econômica Federal, para famílias com renda entre R$ 1.600 e R$ 3.100 já inscritas na fila da habitação do município.
A utilização dos prédios para moradia faz parte do projeto Centro Vivo, que é gerenciado pelo Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento).
Abandonadas em 1992 e desapropriados em 2009 pela prefeitura, as torres da Argon vão ser repassadas à construtora que oferecer o maior lance.
Segundo Cynthia Gonçalo, diretora do Ipplan, o edital para a venda dos espigões deve ser publicado até 15 de junho. A construtora vencedora terá 60 dias para iniciar as obras. A previsão é que os apartamentos estejam prontos em 2013.
“Faz parte da estratégia do projeto Centro Vivo incentivar a moradia na região central. Os prédios da Argon são uma oportunidade muito boa para isso”, disse ela.

Valor. Antes de lançar o edital, contudo, a venda dos prédios terá de ser aprovada na Câmara. Os vereadores devem votar hoje projeto de lei da administração municipal que permite o uso dos prédios para programas habitacionais.
Cynthia informou que o contrato de venda estipula que os apartamentos sejam negociados dentro do ‘Minha Casa’, beneficiando as famílias cadastradas no programa habitacional da prefeitura.
Segundo a diretora do Ipplan, a Caixa já fez uma avaliação dos apartamentos e considerou o preço de venda, com as unidades prontas, em até R$ 160 mil. Cada unidade tem dois dormitórios e uma vaga de garagem.
“Tivemos o cuidado de, na desapropriação, não permitir que os prédios virassem motivo de especulação imobiliária”, disse Cynthia. “Os apartamentos terão que servir de moradia para famílias do programa habitacional.”

Mudança. O governo Eduardo Cury (PSDB) comprou os edifícios no início de 2009 por R$ 6 milhões junto à massa falida da Argon, com a proposta de incorporá-los ao programa habitacional do município.
Pouco depois, usou parte da área do empreendimento para o traçado da Via Norte (ligação viária do centro com a zona norte) e chegou a cogitar a demolição das torres.
Em julho de 2011, contudo, o prefeito voltou atrás e anunciou a venda das torres para moradia. Serão leiloados os prédios que ficam às margens da pista sentido centro-bairro da Via Norte.
O valor de venda dos prédios ainda não foi estabelecido pela administração.
Fonte:Ovale

Alternativa!
Particularmente acho que esses prédio deveriam ter outro rumo, como por exemplo para empresas startups.
Lógico que por meio de edital, seria como um parque tecnológico e a hospedagem dessas empresas teriam tempo como 1 ou 2 anos, para poderem se colocar no mercado, uma vez que o primeiro ano é decisivo para a empresa. Moramos em uma cidade em expansão, e a iniciativa de incentivo as empresas seria uma ótima ideia, os prédios estão bem localizados, e isso poderia ajudar e muito na economia da cidade.


<--- David Sá

<--- David Sá

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